Paciente do sexo feminino apresentou-se à clínica particular da ABO de São Gonçalo (RJ) evidenciando a ausência do elemento dentário 16 (primeiro molar superior direito). Diante das condições clínicas e locais favoráveis, optou-se por um fluxo digital cirúrgico e protético completo.
Após o escaneamento intraoral (Virtuo) para captura das arcadas maxilar e mandibular, e do registro interoclusal, os dados foram exportados ao software de planejamento (Nemotec), onde o desenho de um implante (4,3 mm x 13 mm) foi escolhido e posicionado virtualmente. Em seguida, um guia cirúrgico foi desenhado e impresso em resina 3D (Horus Guide). Paralelamente, outro software (Exocad) foi usado para projetar a coroa provisória impressa em PMMA (Horus Crow), permitindo também a confecção de um modelo impresso 3D (Cure) de verifi cação.
Com os procedimentos digitais iniciais completados, a sequência cirúrgica foi iniciada até a colocação do implante dentário com 45 Ncm de torque de inserção fi nal, possibilitando o seu carregamento imediato através de um pilar CM com transmucoso de 2,5 mm de altura recebendo o link antirrotacional/coroa provisória cimentada. Por fi m, ajustes oclusais foram realizados para garantir uma oclusão funcional, e uma imagem radiográfi ca inicial foi obtida comprovando o êxito na sequência desses procedimentos.
O fluxo digital integrado, desde o diagnóstico até a reabilitação provisória, permite uma execução minimamente invasiva e previsível, com excelente adaptação e estabilidade clínica inicial. Esse caso evidencia a viabilidade e a precisão de protocolos digitais aplicados à reabilitação unitária na região posterior de maxila.
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